Despite My Deepest Fear x Katy Perry

Você pode até achar barulhento mas vai achar, no mínimo, inusitado.

Uma banda de screamo britânica denominada Despite My Deepest Fear decidiu promover seu trabalho, como muitas bandas fazem, fazendo cover de uma música já conhecida do grande público: “Firework” – Katy Perry.

Se você nunca ouviu falar, screamo é uma variação, mais agressiva, do hardcore. É caracterizada pela batida acelerada (note o bumbo da bateria que mais parece uma metralhadora) e, principalmente, pela maneira como é cantada, utilizando-se de berros quase que o tempo todo. A diferença do screamo para o metalcore? Não vou saber estar informando no momento, senhor :) .

Sobre a banda não encontrei nenhuma informação relevante. Só ouvi as músicas próprias e acredito que, pra quem gosta do gênero, seja um bom prato.

Gostando ou não, screamo ou metal, o resultado ficou bem interessante (e chocante).

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Grant Lee Phillips x The Cure

Fala moçada…

Nesse fim de semana, estava eu assistindo “Amizade Colorida” (Friends with Benefits) e eis que lá pro final do filme surge essa versão maneiríssima para a música “Boys Don’t Cry”. Esse clássico do The Cure foi lançado em 1980 no 1º álbum da banda cujo nome era também “Boys Don’t Cry”.

O responsável pela versão mais melozinha, digna daquele momento conflituoso em que os casais de comédias românticas se desentendem para depois de acertarem, é Grant Lee Phillips, cantor e compositor californiano que não é conhecido por aqui mas que já tem 6 álbuns lançados.

Conhecido ou não, a versão é bem legal ;)

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Bruno Mars x Amy Winehouse

Fala pessoal, tudo bem?

Passei uns diazinhos sem postar mas tô de volta com essa versão a-ni-mal que o Bruno Mars fez para “Valerie” da Amy Winehouse.

Já falei sobre a história e sobre as versões dessa música aqui mas, essa do Mars, eu acho especial. Foi apresentada no VMA 2011 como uma homenagem à Amy que havia falecido 1 mês antes.

Fora a voz e afinação do Bruno Mars que são fora de série, a apresentação contou com coreografia e um back-vocal impecável dos metaleiros da banda. Sinceramente acho demais.

Dá uma olhadinha e me diz o que achou (vá só até o 4’29”)

 

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Walk Off The Earth x Adele

No último post, falei do Walk Off The Earth, uma banda canadense que capricha nos vídeos e faz sucesso no Youtube, principalmente quando toca músicas já conhecidas do grande público.

Hoje divido com vocês mais uma versão feita por eles que, de novo, ilustra a polivalência e a habilidade dos músicos em fazer bons vídeos para a internet . Nesse cover, reparem que a vocalista começa tocando piano e um bumbo – além de batucar na madeira do piano – e na seqüência assume o Hukulele.

Sinceramente, eu que não sou nada fã de Adele, achei que o Walk Off The Earth conseguiu tornar a “Someone Like You”, uma música de ninar, em algo bem mais animado.

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Walk Off The Earth x Gotye

Essa aqui foi indicação de meu amigo Éden mas a versão vai além de uma sacadinha.

Esse vídeo abaixo, que talvez você já tenha visto rodando pelas redes sociais, é uma versão muitíssimo criativa para a música “Somebody that I used to know” original de Gotye. Os responsáveis pela façanha são os caras (e a moça) de uma banda Canadense, mais especificamente de Ontario, chamada “Walk Off the Earth”.

E por que é mais do que uma sacadinha? Porque vai além de 5 pessoas tocando um mesmo violão, trata-se de uma banda independente que aposta em performances (e, obivamente, na gravação delas para postagem nas redes) para promover o seu trabalho. Este vídeo, por exemplo, tem mais de 41 milhões de visualizações tendo sido postado há menos de um mês. Fuçando pelo Youtube, encontrei várias coisas muito maneiras que eles fizeram. Aliás, o próximo post será dedicado à outro cover deles.

Aproveitei pra acessar o Myspace da banda e gostei do que ouvi. Eles tem um som bem eclético (passam por reggae, rock clássico, salsa, pop-rock) e divertido. Claro, tem coisas chatas também. Agora, parece que onde eles não erram mesmo é nos vídeos feitos para a internet…

 

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Guilherme Retz x Florence and The Machine

Foto: G1

Fala, amigo visitante, tudo bem?

Hoje tomei coragem eu vou ousar fazer algo que eu tinha vontade de fazer já há um tempo aqui no Groove Agudo: abrir uma nova categoria voltada a resenhas e dicas sobre conteúdo musical. É mais um jeito de dividir com a galera as coisas que eu vou conhecendo ;). Vou começar com o que eu vou chamar de “opinião” sobre um show (resenha pode parecer arrogante nesse momento).

Ontem fui ao Summer Soul Festival, que teve sua segunda edição aqui na cidade de São Paulo e no qual se apresentou, entre outros artistas, o fenômeno Florence And The Machine.

Para quem não conhece ou não se lembra, Florence And The Machine é o nome artístico dado à junção da cantora britânica Florence Welch com sua banda, a máquina. Formado em 2007, o FATM ganhou um empurrãozinho da BBC com o BBC Introducing, o que levou-os a participar de grandes festivais da Inglaterra como o Glastonburry. Em julho de 2009 lançaram o primeiro álbum que explodiu de tanto tocar a surrada “Dog Days Are Over”.

Pois bem, ontem, terça-feira, dia 24 de janeiro, eu estava lá na Arena Anhembi para assistir ao show de Florence. Claro que praticamente não havia vontade própria de estar lá mas sou cavalheiro e não deixaria de acompanhar minha namorada que é fã s2

Eu já conhecia as músicas dos 2 CDs da moça então estava preparado e sabia que aquilo não teria a animação de uma micareta mas esperava muito mais.

Mas ela não tem um vozeirão? Tem, claro que tem. Canta muito, para caráleo, um espetáculo mas um artista da música não pode viver só disso, Cristo! Faltou energia do início ao fim do show. Ela não anda ou corre pelo palco, não toca nenhum instrumento e limitou-se às técnicas básicas de animação de show: (1) disse dezenas de vezes “Obrigada, São Paulo”, (2) sacou uma bandeira do Brasil no meio de uma música e (3) agitou um “pula, sai do chão”, não com essas palavras nem em portugês, durante a música “Dog days are over”.

Apesar de ser muito simpática, ficou quase que o tempo todo parada no centro do palco, balançando a cabeça e levantando os braços quando muito. Sua não-presença de palco é tão evidente que tem que usar uma roupa com panos esvoaçantes para que pareça maior e mais presente.

Custa ensaiar dinâmicas de palco pra entreter a galera, catzo? Beleza, a sua música não é uma agitação mas você está na Arena Anhembi com dezenas de milhares de pessoas e elas vieram aqui pra te ouvir e pra te ver. Portanto, apareça!

A banda é boa para chuchu e mega bem ensaiada – o som do festival estava muito bom o que faz a qualidade dos caras ser ressaltada – e é responsável pela maioria dos principais momentos do show. Aliás, me surpreendi ao ver que o solo que inicia a música “Dog days are over” é feito numa harpa e não em um banjo como eu imaginei que fosse.

Apesar de não ser a atração principal, muita gente foi ao festival única e exclusivamente para vê-la e acho que era a oportunidade de marcar sua passagem pelo Brasil.

Enfim, você pode misturar uma bela voz, um visual neo-rococó, uma boa banda, músicas bacanas (nem todas), e ainda assim não ter um bom show. Foi o que aconteceu nessa terça-feira.

Continuarei ouvindo e respeitando o som de Florence and The Machine mas que perderam uns pontos no meu conceito, perderam.

Sorte a minha que a noite ainda preparava uma surpresa com o show de Bruno Mars (não conhecia nada além do que toca nas rádios) que animou toda a galera, de 8 a 80 anos mas isso já é assunto para outro post…

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Sambô x Maroon 5

Bão?

Hoje vou com mais um cover fanfarrão do Sambô, grupo de pagode formado por amigos, músicos profissionais, que junta rock e pagode ao redor de uma mesa (dá uma ouvidinha no Sambô x U2).

Dessa vez eles interpretam a música “This Love”, single do primeiro álbum do Maroon 5, “Songs About Jane” numa versão sambão, é claro.

O resultado é bem divertido ;)

 

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